Administração e Roman Polanski

É interessante como a arte leva lenha para diversos assuntos, neste caso a administração. O ESCRITOR FANTASMA é o novo filme do Polanski. Nele o autor especula sobre as possibilidades de manipulação dos governos.  Mas a intenção aqui é não contar detalhes do filme, e sim, detalhes da administração.

Encontrar princípios norteadores nas empresas, as quais permaneceram ao longo de décadas consideradas as maiores do mundo, foi o tema de uma  pesquisa apresentada em um dos cafés filosóficos desse ano (2010) da TV Cultura. Um dos fatores foi um certo conservadorismo, isto é, uma posição de manter-se a certa distancia dos modismos. É exatamente esse o resultado parcial do  meu projeto de mestrado: Uma analise do discurso dos programas de desenvolvimento dos seres humanos. Os programas apenas parecem melhorar a situação dos seres humanos. Há certos ganhos, há certas melhorias para fulano ou cicrano mas não para os seres humanos. 

No filme há uma trama de espionagem. Aqui no mundo real não posso falar da trama. Posso, sim, escrever dos pacotes de coisas velhas resignificados numa nova embalagem para atender uma situação econômica e um modo de produção em transformação. É triste por assim se caminhar grande parte da atuação dos atuais programas de Coaching nas empresas. Importante, não é criticar a empresa X ou Y, mas refletir sobre os valores, crenças, ideologia e a meta de contribuir para o desenvolvimento de seres humanos.

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