quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Alagoas - seria eu comida de urubu ou adubo de canavial?

Estou bem e tranquilo. A raiva é perder a liberdade de transitar sozinho ou num grupo pequeno.
Depois do susto, tiro um tempo para refletir. Umas das minhas idéias dessa viagem ao Brasil é sondar o mercado de Coaching para o meu possível retorno ao Brasil. Mais do que o meu trabalho de Coach, eu ainda mais amo, é estar com o pé no mundo. Esses pequenos paraísos que temos no Brasil são alguns dos meus sonhos de vivenciar a paz e a beleza da vida (Carro Quebrado, Pipa, Caraiva, Itacaré, Chapada Diamantina e Veadeiros entre outros).  Mas realmente, precisamos estar em um grupo de mais de 7 pessoas, esperto e atento. Como diria Chico Science de Pernambuco: "a situação está mais ou menos, sempre uns com mais e outros com menos"

Eu pensava que minha familia estava de paranóia. Já tinha falado do serviço de proteção aos adolescentes no Blog. Assaltos a ônibus ou em ruas a qualquer hora do dia ou da noite são frequentes. O numero de mortes de adolescentes e jovens adultos é assustador. 

A situação em 2008 era ruim e, agora, está muito pior do que em fevereiro último, onde o dono de um estabelecimento de lanches (Chivitos) teve de chamar a policia para os clientes não serem abordados por um grupos de jovens (mortos-vivos) viciados em Crack na praia de Pajuçara ás 23 horas. Eu era um dos clientes e me via num desses filmes de terror. Os morto-vivos não conseguiam falar direito e, ou mesmo, se locomover. Agora, fui eu que entrei para as estastiticas.




Foto: Hilario Seara


Foi na segunda! Numa das minhas praias afastadas prediletas - praia dos Morros de Camaragibe (Carro Quebrado), no município de Barra de Santo Antonio. De surpresa com arma na mão fomos abordados. Eu estava atento ás laterais da praia, mas foi usado uma descida pelo morro para a aproximação, exatamente nesse ponto da foto. Foi uma série de ataques, pois havia outros grupos de turistas. Nós apenas fomos mais uma das vítimas.
Fomos habéis na conversação e saímos ilesos. Mas cheguei a ser levado pra cima do barranco e imobilizado com um lacre de sacola gigante nos braços e pernas. Momentos sinistros. Eu pensei que me tornaria adubo de canavial.


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