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Relações amorosas e encontro impossível – Regina Herzog

Íntegra: Relações amorosas e encontro impossível – Regina Herzog Publicado em: 21/10/2009 às 14:46:09 O problema do amor e da felicidade colocará em destaque o que existe de histórico nessas modalidades de experiências psíquicas

Reinvenção dos Vínculos - Fabrício Carpinejar

Reinvenção dos vínculos - Fabrício Carpinejar from cpfl cultura on Vimeo . .

a atenção, foco, paixão, perseverança e obstinação

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Esse artigo ( The Future of Self-Improvement, Part I: Grit Is More Important Than Talent) é muito interessante. Destaco alguns pontos importantes sobre ele: a atenção, foco, paixão e obstinação, em relação ao objetivo/resultado. O Paulo Gaudêncio traduz como Maturidade, a arte de focar nos objetivos e postegar alguns prazeres. Mais o artigo vai mais além. Grit = the perseverance and passion for a long-term goal 1. The tendency not to abandon tasks from mere changeability. Not seeking something because of novelty. Not "looking for a change."  2. The tendency not to abandon tasks in the face of obstacles. Perseverance, tenacity, doggedness. Veja o que é intenção e energia alinhados para atingir uma meta: combined a passion for a single mission with an unswerving dedication to achieve that mission, whatever the obstacles and however long it might take. Outra observação interessante. A meta precisa estar clara (pelo menos em direção ao objetivo maior) e haver paixã...

“Oração da Gestalt-Terapia”

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Eu faço minhas coisas, você faz as suas Não estou neste mundo para viver de acordo com suas expectativas E você não está neste mundo para viver de acordo com as minhas Você é você, e eu sou eu E se por acaso nos encontrarmos, é lindo Se não, nada há a fazer - Fritz Perls .

NADA COMO O TEMPO

BORBOLETAS Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela. Temos que nos bastar… nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. NADA COMO O TEMPO Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem t...

Congresso Internacional do Medo

Congresso Internacional do Medo Provisoriamente não cantaremos o amor, que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos. Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços, não cantaremos o ódio porque esse não existe, existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro, o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos, o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas, cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas, cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte, depois morreremos de medo  e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas. Carlos Drummond de andrade

Encontros de amor

Ao falar de amor no blog, lembrei desses dois filmes. O primeiro encontro - Before sunrise - Antes do amanhecer O segundo encontro - Before Sunset - Antes do Pôr-do-Sol "The title itself, Before Sunset differs from Before Sunrise. During the day we are awake experiencing realism. During the night we experience our dreams and the magic. There is a certain intrigue in between the sun's slumber and it's rise - in that it continues long before we stop to exist. The love is as eternal in the mind and in the heart, as it ever will be in the physical sense. The first movie was a dream the second movie was a reality. The Waltz is the only thing that connects" Let me sing you a waltz  Out of nowhere, out of my thoughts  Let me sing you a waltz  About this one night stand  You were for me that night  Everything I always dreamt of in life  But now you're gone  You are far gone  All the way to your island of rain  I...

Como esquecer

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O amor é uma agonia Vem de noite, vai de dia É uma alegria E de repente Uma vontade de chorar Hoje no debate a diretora do filme COMO ESQUECER fez uma pergunta interessante. O que é NÃO-AMAR? Como é NÃO-AMAR? Essa lógica é importante. Pois assim podemos, também, pela inversão da resposta ver, sentir e refletir:  O que é AMAR? Como é AMAR? Mas aí um dilema aparece. Qual a diferença na prática que o encontro de tais respostas fará. Como isso vai contribuir ou não para a vida? Viver, Sentir, ocorre no presente, no aqui e agora. Não há uma mente pensante ou  raciocínio funcionando. Caso, isso apareça, não se está sentindo. Isso é idealismo. É um mundo dos sonhos dos pensamentos. Não se está em contato com o corpo, com a vida, com o ambiente.

Luís de Camões e o Amor

Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que se ganha em se perder. É querer estar preso por vontade É servir a quem vence o vencedor, É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo amor?

Amor e Seu Tempo - Carlos Drummond de Andrade

Amor é privilégio de maduros Estendidos na mais estreita cama, Que se torna a mais larga e mais relvosa, Roçando, em cada poro, o céu do corpo. É isto, amor: o ganho não previsto, O prêmio subterrâneo e coruscante, Leitura de relâmpago cifrado, Que, decifrado, nada mais existe Valendo a pena e o preço do terrestre, Salvo o minuto de ouro no relógio Minúsculo, vibrando no crepúsculo. Amor é o que se aprende no limite, Depois de se arquivar toda a ciência Herdada, ouvida. amor começa tarde.

Mario Quintana

POEMINHA SENTIMENTAL   O meu amor, o meu amor, Maria É como um fio telegráfico da estrada Aonde vêm pousar as andorinhas... De vez em quando chega uma E canta (Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!) Canta e vai-se embora Outra, nem isso, Mal chega, vai-se embora. A última que passou Limitou-se a fazer cocô No meu pobre fio de vida! No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo: As andorinhas é que mudam.

A CENA por Rubem Alves

Entre os poucos livros que tenho ao alcance da mão, na minha estante, está a estória do amor de Tomas e Tereza, que Milan Kundera conta em A Insustentável leveza do ser. Tomas tinha tido muitas amantes. De todas as suas aventuras amorosas “sua memória só registrava o estreito e íngreme caminho da conquista sexual. Todo o resto (com um cuidado quase pedante) eliminara da memória”. “Aventuras amorosas”: Tomas, na realidade, nunca estivera apaixonado. O seu horror ao amor era tal que nunca permitia que uma mulher dormisse no seu apartamento. A idéia de acordar de manha ao lado de qualquer mulher o incomodava tanto que, terminada a orgia sexual, Tomas encontrava sempre uma forma de levar a parceira de volta à casa. Ele se parecia com o sultão d’As mil e uma noites: depois de uma noite de prazeres carnais, a amante era decapitada... Era assim que Tomas se via, como animal caçador eu abandona a caça tão logo sua fome tivesse sido satisfeita. Mas com Tereza tudo tinha sido diferente. Não que...